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Virar DaSquina: "Conseguimos transmitir uma boa energia"

Depois do concerto no Enterro da Gata, no último mês de maio, a banda vimaranense Virar DaSquina voltou a animar os estudantes minhotos, desta feita na Receção ao Caloiro. No rescaldo do concerto, Ana Rodrigues, conhecida como Caty e vocalista da banda, falou do espetáculo da terceira noite do evento e deu a conhecer um pouco da história do grupo natural de Guimarães.

AAUM - De onde surgiu a inspiração para os “Virar DaSquina”?

Caty - Eu e o Nuno começámos a banda porque já tínhamos uma banda anterior que não resultou muito bem e decidimos recomeçar, e isso foi como que um virar de página, o virar da esquina. Queríamos saber o que estava do outro lado e iniciamos outro projeto dessa forma, com um virar a esquina, sem rumo.

AAUM - Guimarães é a cidade onde “nasceu” esta banda. De que maneira é que a atuação desta noite é especial para vocês?

Caty - É sempre especial tocar em Guimarães porque são as nossas origens e há muito que a cidade nos diz, porque grande parte da inspiração é histórica e esta cidade é rica nisso mesmo, na história, fala por si. Isto é dar continuação àquilo que foi o Enterro da Gata. Ganhamos o concurso (UMPLUGGED’16), mas o concerto não correu tão bem quanto isso, muito por questões de clima. O concerto de hoje acabou por ser o culminar daquilo que nós queríamos para esta banda. 

AAUM - Como foram recebidos pelos alunos da Universidade do Minho? Sentiram o calor do público?

Caty - Sentimos o calor, e eu que gosto de puxar pelo público, saltar e pôr toda a gente a dançar, achei que conseguimos transmitir uma boa energia. Não somos uma banda conhecida e todas as bandas que estão a começar a sua carreira sentem a dificuldade de ninguém conhecer as suas músicas. Por isso mesmo tentar chegar ao público não é muito pela música, mas mais pela expressão, a forma como chegamos a eles tem de fazer com que queiram ouvir mais.

AAUM - Vocês acreditam que a felicidade pode estar ao “virar da esquina”. Essa felicidade transformou-se no disco “Até ao fim do mundo”?

Caty - Sim, e é um disco cheio de surpresas e nós continuaremos a fazê-lo, virando muitas esquinas, andando por aí a abordar estilos musicais diferentes, a fazer música do mundo.

AAUM – O que é que o futuro vos reserva?

Caty - O futuro está no virar da esquina, sabes? É mesmo assim!

 

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