Receção ao Caloiro 2017 | Entrevista Quim das Remisturas - "Minho é Minho, não há mais nada a dizer."

Como é estar pela primeira vez na Receção ao Caloiro da Universidade do Minho?

É uma sensação diferente, é ótimo. Até porque um dos melhores feedbacks que tive até agora foi aqui, na Receção ao Caloiro da Universidade do Minho. Sei que o pessoal aqui é muito chegado aos projetos nacionais e espero que seja uma noite muito boa.

Conte-nos um pouco do seu percurso até agora. Como é que o “Quim das Remisturas” começou?

Isto do Quim nasceu de uma forma muito natural. Eu já produzia há algum tempo, mas houve um momento que fiz uma pausa na produção e, literalmente, estava a experimentar umas misturas. Na altura, produzi o “Watch Out For This”, do Major Lazer, com outra música do Tony Carreira. Pus a música no Soundcloud e passado um dia ou dois teve um grande “boom”. Cerca de 20 mil, 30 mil plays! Continuei a experimentar outras coisas a partir daí e, como conhecia pessoal que tinha contacto com promotoras, começaram a chamar-me para tocar. A partir daí o projeto foi sempre crescendo.

Qual são as suas principais inspirações?

As inspirações vêm não sei de onde. Mas acabam por acontecer depois de demasiado tempo de pesquisa e demasiado tempo de tortura musical a tentar juntar duas músicas. Seja para mashup, seja para a música original, elas acabam por acontecer.

Que artistas e personalidades o inspiraram nas suas criações?

No início, tive duas inspirações, pessoas que não são portuguesas. Uma delas é uma rapariga que fazia misturas de música popular. Surgiu há três, quatro anos e deu-me alguma energia para fazer esse tipo de mashups. Na altura, também conhecia um DJ canadiano que fazia esse tipo de coisas. O meu trabalho surgiu de forma independente disso, simplesmente aconteceu. Os mashups do Quim das Remisturas nunca foram baseados em ninguém, as inspirações de fora deram, e ainda dão, material extra para eu pôr nos meus sons.

Um conselho para os estudantes da Academia Minhota.

Espero que disfrutem do resto da semana académica! E que venham especialmente ao dia de hoje. Sei que os estudantes de cá são muito firmes no que toca a ser festivaleiro. Por isso, continuem a serem assim. Minho é Minho, e não há mais nada a dizer.

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