Enterro da Gata '17 | Entrevista a Kalhambeke

Mais um vez, os Kalhambeke voltam a marcar presença numa festa universitária minhota. Como se sentem por voltar a subir ao palco do Enterro da Gata?

É um prazer enorme voltar a pisar este palco. Já estive muitas vezes do outro lado e é um orgulho estar aqui, diante deste público. É gratificante voltar a ser acolhido desta forma ano após ano e sentir o apoio de todos que nos vêm ver.

 

Como descrevem o público do Minho? É uma plateia especial para vocês?

O Minho fica-nos sempre no coração. Temos uma relação muito forte com o público minhoto, já sabemos o que toda a gente quer é divertir-se. Basta ver a quantidade de pessoas que estiveram cá a ver o nosso concerto, é muito bom sentir o apoio do nosso público.

 

A vossa banda aposta mais em covers do que em músicas originais. Seguem este rumo na vossa carreira por gosto ou porque acham que vai de encontro aos interesses do vosso público?

Essencialmente, somos uma banda de animação. Podíamos apostar em originais, mas nós sentimos que a nossa "praia" é tocar um pouco de tudo, do que está na moda e temas mais antigos. Queremos dar à nossa plateia tudo aquilo que eles querem ouvir e essa é a nossa motivação.

 

Há algum sonho ou objetivo que queiram alcançar?

Já estamos a viver o nosso sonho. Temos um grupo com mercado e público, o que é importantíssimo. A partir daqui, já não temos muito mais a pedir.

 

Quais são os vossos projetos para o futuro?

Estamos já a planear os próximos concertos. Estamos a atualizar o nosso reportório, a tentar perceber o que correu menos bem nos últimos espetáculos e vamos terminar a ronda de concertos nas festas académicas. Num futuro próximo, vamos visitar as nossas comunidades e preparar as festas de verão. Não parámos, mas fazemos o que gostamos e isso é que importa.

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