Enterro da Gata '17 | Entrevista a Quim Barreiros

Não é a primeira nem a segunda vez que o Quim Barreiros marca presença no Enterro da Gata. Como descreve a evolução do evento de ano para ano?

Felizmente, nota-se que o Enterro da Gata cresce todos os anos. A Universidade do Minho recebe cada vez mais alunos e isso reflete-se no Enterro, com imensa malta a gritar e a cantar e vejo isto com muito agrado.

 

Apesar do crescimento de outros estilos musicais, sente que os jovens continuam a apoiar a música popular portuguesa?

Sim e ainda bem. Isto é como as verduras: quando somos pequenos não gostamos de nada mas, conforme os anos vão passando, começamos a gostar do que é bom e com a música é exatamente a mesma coisa. Não tem mal nenhum gostar de outros estilos de música, mas temos que conservar a música tradicional portuguesa.

 

O Quim Barreiros já conta com várias décadas de carreira. Quais são os seus planos para o futuro?

Desde que tenha saúde, só quero continuar a fazer concertos e cantar para a malta que gosta até cair para o lado.

 

Se pudesse voltar atrás na sua carreira, mudaria alguma coisa?

Muito sinceramente não, mas gostava de ser médico [risos].

 

Que conselho pode dar aos estudantes durante esta semana de festa e folia?

Divirtam-se e não se esqueçam que estão aqui para acabar o curso, isso é o mais importante.

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