Enterro da Gata'17 | Entrevista "Sete Pedras na Mão"

Depois de vencerem o UMplugged 2017, os "Sete Pedras na Mão" pisaram, pela primeira vez, o palco do Enterro da Gata.

 

Porquê “Sete Pedras na Mão”?
Nós, na altura, estávamos à procura de um nome forte e, depois de várias alternativas em cima da mesa, foi essa que ficou. Uma vez estava a falar com um amigo meu e ele usou essa expressão. Soou-me bem e tem uma certa imponência.

Tencionam transmitir uma “dose de expressão” ao vosso público, principalmente mais jovem?
Essa música já vai muito para lá! (risos) Digamos que a nossa demo foi o nosso primeiro trabalho e já é um bocado antigo. Hoje vamos tocar apenas duas das seis músicas que essa demo tem porque já não nos identificamos tanto.

Qual é a sensação de dividir o palco com Capitão Fausto?
Cartaz não é a primeira vez, mas palco, é a primeira vez. Aparecemos no Indie Music Fest 2014, nós muito pequeninos e eles muito grandes, foi dos nossos primeiros concertos. Mas dividir o palco com Capitão Fausto é muito bom e agradecemos à Associação Académica por nos pôr neste dia porque, olhamos para o cartaz, e não iríamos “caber” noutro.

Começaram com um “Futuro Incerto”, mas quais são, agora, as expectativas da banda?
Nós temos mais coisas para mostrar fora do EP, mas ainda não temos pensado em nada muito maior do que isto. Tudo a seu tempo. Para mostrar, temos isto. É óbvio que o concerto mostra o triplo, mas ainda não pensamos em álbum nem nada do género.

Há algum palco que ambicionem pisar?
Há muitos. Paredes (de Coura) é sempre “Paredes”. NOS Alive, Super Bock Super Rock…

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