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Kalhambeque regressam ao Multiusos com companhia especial [Entrevista]

Kalhambeque regressam ao Multiusos com companhia especial [Entrevista]

A banda Kalhambeke já é presença constante nas festividades académicas organizadas pela AAUMinho. Muitos dos membros já foram ou são estudantes da Universidade do Minho e por isso regressam ao palco do Pavilhão do Multiusos de Guimarães com um gosto especial. O concerto dos Kalhambeke ficou ainda marcado pela participação dos utentes do Centro Candoso Ativo, a propósito do dia da beneficência, que subiram a palco com a banda. Estivemos à conversa com eles logo depois do concerto. Sabe tudo na entrevista abaixo.

Os Kalhambeke já disseram várias vezes que têm uma ligação especial com o público da Universidade do Minho. Qual o motivo para essa ligação?

Kalhambeke: Nuno (N): O motivo especial é porque nós crescemos nesta academia, seja como estudantes seja como músicos. Desde há muito que acompanhamos os eventos da Universidade do Minho e fomos crescendo com esses mesmos eventos. É um projeto que tem resultado e talvez seja essa a principal razão para a existência desta ligação entre nós e o público da UMinho.

Este ano a vossa atuação foi diferente. Contaram com a participação em palco dos utentes do “Centro Candoso Ativo” a propósito do dia da Beneficência. Achas que é importante este tipo de atividades nas festas académicas?

N: Eu acho que estas atividades é que fazem sem dúvida a diferença. Para já felicitar a Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) pela iniciativa. Com todas aquelas pessoas em palco (utentes) tentamos tocar um pouco da música tradicional portuguesa e a maior surpresa desta noite foi precisamente a forma como os estudantes do Minho aderiram. Nós ficamos sensibilizados e esperamos que este tipo de iniciativas se repita noutros eventos e atividades deste género.

Alguns de vocês já foram alunos da UM, que mensagem gostariam de deixar aos novos alunos da Universidade do Minho?

N: A principal mensagem é nunca desistirem. Eu próprio já fui aluno da Universidade do Minho e nunca pensei poder pisar este palco. Agora como músicos sentimos este ambiente e esta magia que o Minho nos dá, em parte, por um dia termos estado do outro lado.