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Receção ao Caloiro'18: Entrevista a Toy - "Sou sempre bem-recebido"

Receção ao Caloiro'18: Entrevista a Toy - "Sou sempre bem-recebido"

Na primeira noite da Receção ao Caloiro 2018, Toy foi cabeça de cartaz fazendo “vibrar” o público da Universidade do Minho. Numa tour pelo país, o cantor português volta pelo segundo ano consecutivo a Guimarães. Ainda antes de subir ao palco, nós estivemos a conversar com o artista.

O que espera do público no concerto de hoje?

Espero um público fantástico e animado. Espero também alegrar tudo e todos com as minhas músicas, pois é um dos maiores prazeres que eu tenho na vida e sinto que faço toda a gente feliz quando cá estou.

Como é voltar pela segunda vez consecutiva à Receção ao Caloiro?

Espero que seja idêntico ou melhor do que das vezes passadas, pois já foram várias. Que haja o mesmo espírito de cumplicidade e o mesmo espírito de loucura. Desejo ser novamente bem-recebido, como fui em todas as vezes em que cá vim.

Que conselho daria aos estudantes que entraram este ano na Universidade do Minho?

Eu acho que nós temos de ser felizes toda a vida e, para isso, não há mais do que se fazer aquilo que se gosta. Portanto, vocês que estão a estudar, provavelmente uns estudam aquilo que gostam, uns estudam aquilo que acham que é melhor para o futuro, outros estudam aquilo que os pais aconselharam a estudar e por isso há várias maneiras de se estar na vida. Sou pai de três filhos e o único conselho que lhes dou é façam uma coisa que gostam e acima de tudo que sejam felizes. Devemos procurar a felicidade, nem que essa procura dure uma vida inteira. Para se ganhar a vida a fazer aquilo que gostamos, não podemos ser medíocres, temos de ser os melhores.

Que mensagem deixaria à Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), responsável pela organização da Receção ao Caloiro?

Ultimamente fala-se muito em eleições que têm a importância que tem. Mas eu acho que há coisas mais importantes, tal como a parte lúdica, o entretenimento, a política, mas mais importante que isso tudo, é saber aquilo que queremos ser no futuro. Vivam o hoje e preocupem-se com o presente e com aquilo que gostam para serem felizes.

Em apenas uma palavra, como é que acha que vai ser o público aqui em Guimarães?

Se fossem três palavras, eu diria que ia ser toda a noite, mas como é só uma, digo que vai ser brutal.